A crise causada pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19) já foi disseminada em mais de 200 países.

E já temos mais de 1 milhão de pessoas infectadas e, até o momento, cerca de 75 mil mortos.

Além dos sérios efeitos sanitários, o vírus também está gerando grandes impactos econômicos, tanto devido às medidas de prevenção contra a doença, quanto às alterações nos hábitos de compra da população.

Por esse motivo, é essencial atentar-se ao histórico dos países onde o quadro epidêmico está mais avançado e, assim, se precaver e tentar minimizar as consequências na economia.

Todos os setores serão inevitavelmente afetados, visto que o desenvolvimento do mercado é diretamente influenciado pelos fatores de consumo.

Entretanto, cada área terá resultados distintos. Algumas, inclusive, apresentarão um crescimento no decorrer das próximas semanas.

No geral, a tendência é que a situação ainda se acentue bastante, pois a expectativa é de um aumento exponencial e da durabilidade dessa crise por em torno de 20 semanas

Especificamente sobre a questão econômica, se espera uma recessão eventual, porém os resultados imediatos já são perceptíveis. 

Há poucas semanas, o relatório do Banco Central, Focus, apontava um progresso para 2020 da ordem de 2,23%. Mas, no dia 23 de março, ele caiu para 1,48%. Por ora, o prognóstico para 2021 se mantém em 2,5%.

Setores mais afetados pelo COVID-19

De acordo com o Sebrae, os setores que estão sendo mais os prejudicados pela pandemia do COVID-19 no Brasil são os de construção civil, moda, serviços de alimentação e varejo tradicional. 

Mas, além desses, também há os setores de turismo, economia criativa, pet shops e serviços veterinários, aviação, serviços de saúde, serviços educacionais, logística e transporte, artesanato, beleza, indústrias de base tecnológica e oficinas e peças automotivas.

As ações de turismo e serviços de saúde tiveram uma queda de 70% nas últimas quatro semanas e, as de aviação, caíram em torno 78%, perante o índice de 33%.

Ademais, ainda houveram mudanças na cesta de bens de consumo rápido (FMCG), onde as seções de produtos alimentícios e higiene e limpeza aumentaram, sobretudo lanches rápidos e desinfetantes. 

A tendência é que as alterações interligadas aos hábitos relacionados aos canais sigam sendo cada vez mais alteradas, com uma maior redução da presença nos pontos físicos de venda e o crescimento excessivo do e-commerce.

Impacto do COVID-19 no e-commerce

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O e-commerce é um setor que está em constante desenvolvimento, no entanto, diante da crise, esse mercado tem desempenhado um papel fundamental na sociedade.

E como a principal medida de prevenção contra o novo coronavírus é a reclusão social.

Ou seja, evitar aglomerações e permanecer em casa o máximo possível, o consumidor tem optado por fazer suas compras online.

De acordo com a ABCOmm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), na primeira quinzena de março foi apontado um aumento de 30% a 40% nos pedidos via internet em comparação ao mesmo período de 2019.

Além disso, algumas lojas virtuais tiveram uma alta superior a 180% nas vendas de produtos dos setores de saúde e alimentos.

E, por mais que esse mercado esteja preparado para altas sazonais como durante o período de Black Friday, por exemplo, há estabelecimentos online que estão anunciando em seus sites a substituição de produtos esgotados em seus estoques e a possibilidade de atrasos nas entregas.

Desenvolvimento do mercado de logística para e-commerce durante a pandemia

Assim como o home office tem sido a principal solução para a manutenção do funcionamento das empresas, o e-commerce é uma saída para que os negócios não sejam dizimados no decorrer na crise.

Mais do que nunca, desenvolvimento do mercado é necessário e, de certa forma, precisa ocorrer às pressas. Para isso, é fundamental não somente entregar o produto, mas agregar valor na decisão de compra e oferecer uma experiência de consumo.

Devido à quarentena, as áreas de atuação estão sendo reduzidas e, algumas, temporariamente suspensas.

E isso afeta diretamente os prazos de entrega e os custos atrelados à elas. 

Dessa forma, o frete grátis está sendo utilizado como incentivo para venda de produtos parados no estoque há mais de dois meses e, assim, produzir lucros para os próximos dias.

Mas há meios de otimizar a operação, mesmo durante o período estagnação, seja para implementar ou melhorar o serviço de e-commerce do negócio.

Algumas dessas medidas, incluem:

  • Tirar fotos novas dos produtos;

  • Melhorar as descrições;

  • Atualizar as medidas;

  • Revisar as embalagens de envio;

  • Analisar o processo e o fluxo de expedição.

Contratações em meio à crise

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Para suprir a demanda, seja de implementação de um sistema de logística e-commerce, otimização do sistema existente ou até mesmo reforço de pessoal de outros setores, há organizações que estão contratando novos funcionários para ingressar em seu quadro de colaboradores.

Porém, dentre os impedimentos causadas pela pandemia, está a dificuldade de realizar um processo seletivo convencional que, além de requerer tempo, também costuma ser feito presencialmente. 

E, da mesma maneira que o e-commerce auxilia na resolução dos fatores econômicos do seu negócio, a Abler é um software de recrutamento e seleção que soluciona as demandas de RH geradas em meio à crise. 

Além de possuir mais de 700 mil currículos em seu banco de candidatos, a Abler gere todos os processos seletivos.

Realizando também a triagem automática dos candidatos de acordo com os requisitos estabelecidos pelo cliente e fechando vagas em média de 8 dias.

Ou seja, ele economiza tanto os recursos financeiros empregados em um processo de contratação tradicional quanto o tempo gasto no decorrer dele. 

E, especialmente no período de perdas que estamos vivendo no momento, é essencial sanar as demandas com rapidez e eficiência.

Portanto, a Abler que tem como seus pilares a agilidade, a assertividade e a inteligência é a melhor opção para deseja evoluir seu recrutamento e seleção.

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